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É PRATA! Rayssa Leal, de 13 anos, faz história nas Olimpíadas Tóquio 2020

Brasileira faz uma incrível final e fica com a prata!

26/07/2021 01h24 Atualizada há 2 meses
Por: DANILO GEORGETE
Foto: REUTERS/Toby Melville
Foto: REUTERS/Toby Melville

É PRATA!!!

Rayssa Leal, de apenas 13 anos, fez uma final no skate street sensacional e conquistou a terceira medalha para o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio 2020. A final da modalidade contou com as oito atletas melhores colocadas nas eliminatórias, a Fadinha do skate fez uma final espetacular e colocou o Brasil no segundo lugar mais alto do pódio.

Rayssa é a atleta mais jovem a ganhar uma medalha olímpica pelo Brasil e a terceira atleta mais jovem da história a subir ao pódio das Olimpíadas.

Apresentação de 45 segundos

A brasileira entrou leve na final e sem responsabilidade nenhuma para desempenhar o seu melhor potencial. A brasileira fez uma primeira volta quase limpa, caindo apenas na última manobra, mesmo assim pontuou 2.94, nota suficiente para coloca-la em terceiro lugar ao fim da primeira rodada.

A segunda volta da Fadinha foi quase perfeita se não fossem dois pequenos deslizes. Mesmo assim o bom desempenho fez com que ela recebesse uma nota 3.13, suficiente para deixa-la mais tranquila para a parte das manobras individuais. 

Com o resultado de 6.07, ela terminou a primeira etapa na segunda colocação, atrás apenas da holandesa Roos ☡wetsloot, que ficou com 7.14 pontos.

Manobras únicas

A segunda parte da final é composta por cinco manobras únicas das skatistas e a Rayssa Leal começou com uma manobra buscando o corrimão quadrado e acabou errando, zerando na primeira tentativa.

A segunda manobra de Fadinha foi um flip deslizando pelo corrimão, na aterrisagem ela até apoiou as mãos, mas isso não fez com que os juízes tirassem nota e recebeu um 3.91. Na terceira tentativa, Rayssa fez uma linda manobra, somou 4.21, assumindo a liderança na final.

Na penúltima manobra, Rayssa usou seu talento e estratégia para marcar 3.39, substituir uma nota e somar 14.16 ficando em segundo lugar geral, faltando uma manobra pra terminar. Nishimura, Sablone e Zwetsloot erraram e zeraram suas notas, somente com isso, o pódio já estava garantido para a brasileira.

A decisão ficou pra última rodada, Fadinha precisava de 3.24 para conseguir o ouro, mas caiu na saída da manobra. Só restava esperar e torcer, a última chance de Nishimura, a japonesa caiu, e a confirmação da prata veio.

 

*Colaboraram Guilherme Dias e Leandro Georgete

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