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O que podemos tirar da pré-temporada?

Agora é oficial! 2021 começou para a Fórmula 1 e também aqui no Bandeira Branca. O ronco dos motores já foi escutado, as primeiras voltas percorridas e as primeiras impressões notadas. Tudo isso em meio a menor pré-temporada da categoria na história, em outro país, no Bahrein, em outro contexto de c

19/03/2021 19h55
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Por: Redação
O que podemos tirar da pré-temporada?

Agora é oficial! 2021 começou para a Fórmula 1 e também aqui no Bandeira Branca. O ronco dos motores já foi escutado, as primeiras voltas percorridas e as primeiras impressões notadas. Tudo isso em meio a menor pré-temporada da categoria na história, em outro país, no Bahrein, em outro contexto de clima e também de horas, pois a noite não é horário mais acostumado a receber testes.
Logo de cara já vem aquela avalanche de informações, números, gráficos, tempos e voltas para colocar na nossa cabeça algumas expectativas que podem acelerar nosso coração. Red Bull vai ser campeã? A Mercedes tem problemas ou está blefando? Tsunoda é o Ayrton Senna da terra do sol nascente? Somos agitados por essas inquietações pelo incansável desejo de ver uma Fórmula 1 com mais equilíbrio e fenômenos que cheguem arrasando na categoria;

Isso não é de hoje, desde a Williams saindo na frente na era híbrida até os quatro anos de “agora vai” da Ferrari em Barcelona, que nunca foram, as agitações parecem ser a mesma. O que só nos resta falar uma coisa: calma! Precisamos entender o contexto geral das falhas e também das marcas no deserto. Sabemos que as mudanças para 2021 estão atreladas a uma perda na aerodinâmica, principalmente na parte traseira do carro, o que atingiu em cheio a Mercedes (coincidência? Acho que não) o que pode explicar as falhas ao logo dos testes. Algum sinal para temporada? Não sabemos, o potencial de reação da equipe alemã é incrível e nós sabemos disso.

Um ponto que podemos destacar é que a Wlliams, mesmo com alteração, conseguiu marcar tempos melhores do que os da classificação para o GP do Bahrein. Ou seja, uma evolução mesmo quando a tendência era de queda. De resto, é saber que McLaren, Alpine, AlphaTauri e Alfa Romeo tiveram carros mais consistentes, a Ferrari tem um motor melhor (pior não poderia ficar), a Aston Martin contratou a zica do Vettel junto (pelo menos nestes primeiros dias) e a Haas está mais preocupada com 2022.

Porém, a principal lição desta pré-temporada, e de todas que já aconteceram e acontecerão é calma! Não podemos viajar nas projeções e viajar num mar de ilusões como se nossos desejos mais profundos fossem se realizar porque Max Verstappen foi mais rápido que a Mercedes e porque George Russell teve o sexto melhor tempo no seu dia. Talvez sejam apenas sinais, que só serão confirmados quando as luzes vermelhas se apagarem daqui duas semanas.

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