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Tite inicia as Eliminatórias tentando renovar a seleção e encontrar o bom futebol

Hoje começa a busca pelo hexa! Isso mesmo que você leu, a luta pela sexta estrela vai dar início na Neo Química Arena contra a Bolívia. As eliminatórias para Copa do Mundo de 2022 começam no "novo normal" e com um Brasil que vai em busca de retomar o belo futebol apresentado na última edição do cert

09/10/2020 18h10
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Por: Redação
Tite inicia as Eliminatórias tentando renovar a seleção e encontrar o bom futebol
Hoje começa a busca pelo hexa! Isso mesmo que você leu, a luta pela sexta estrela vai dar início na Neo Química Arena contra a Bolívia. As eliminatórias para Copa do Mundo de 2022 começam no "novo normal" e com um Brasil que vai em busca de retomar o belo futebol apresentado na última edição do certame.

Além da busca pela classificação, o técnico Tite também visa reformular o escrete canarinho e, sobretudo, fazer o time ter um padrão de jogo, algo que na minha opinião ele ainda não conseguiu. É evidente que o Tite fez um brilhante trabalho nas eliminatórias para a Copa de 2018, mas na Copa do Mundo o Brasil teve atuações desastrosas e muitos erros da comissão técnica tentando bancar atletas que evidentemente não mereciam a titularidade.

Arrisco a dizer que Tite ganhou uma sobrevida na seleção com o título da Copa América, um campeonato que o time teve apenas duas boas atuações e contra o mesmo adversário, o Peru. Vale lembrar que após a última eliminatórias a seleção não teve muitas atuações brilhantes, salvo a derrota para a Bélgica, um amistoso contra a Coréia do Sul e as duas partidas que citei na Copa América 2019.

É óbvio que o Tite vem procurando renovar a seleção e por isso os resultados abaixo do esperado, m
as mesmo buscando um equilíbrio entre novatos e veteranos ainda enxergo o Tite errando muito na escalação, principalmente na defesa onde insiste em manter o Thiago Silva, que na minha opinião nem deveria ter sido titular em 2018. Mas ai acho que Tite preza pelo entrosamento da dupla de zaga.

No meio campo vimos a maior mudança de Tite nessa seleção, investindo em nomes novos e que com certeza terão um belo futuro vestindo a amarelinha. Na linha de ataque a grande dúvida é se o Brasil vai jogar sendo dependente de Neymar e fazendo com que o jogo passe pelos pés do camisa 10, ou que as funções sejam bem distribuídas. O Brasil mostrou na Copa América - mesmo com toda a dificuldade - que não precisa do Neymar no time para vencer. E a equipe já mostrou em 2018 durante a Copa do Mundo que buscar o Neymar a todo tempo deixa a equipe sem opções de mudanças de jogo.
Provavelmente as Neymarzetes vão estar querendo me atacar nesse momento, mas então faço uma pergunta: Qual a última grande partida de Neymar pela seleção? E para os apaixonados pela seleção faço outra: Qual a última grande atuação do Brasil?

Agora falando sobre o prélio de logo mais, o que nós podemos esperar? Facilidade ou dificuldade? A fragilidade da Bolívia fora da altitude facilita a vida, geralmente são os saco de pancadas na América do Sul, estigma que ficou depois da evidente evolução da Venezuela. Hoje o Brasil tem que ganhar e com notoriedade, se pegarmos a escalação brasileira e a boliviana, o Brasil tem que atropelar o adversário. Vai ser difícil? Pode ser, ainda mais se a Bolívia fechar duas linhas de quatro a trás, que eu acho que vai acontecer. Mas com o ataque que temos é obrigação encontrar alternativas para furar esse bloqueio.

O que vai acontecer vamos descobrir daqui a pouco às 21h30, o que sabemos é que o Neymar vai para o jogo formando o trio de ataque com Everton Cebolinha e Firmino. Arrisco um placar, 3x0 mas sem show.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF
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