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E como já dizia Charlie Brown Jr.: o tempo é rei

Olá caros leitores, já inicio este novo texto os indagando: ultimamente, como vocês estão administrando o tempo de vocês? Aliás, qual é a definição de tempo para vocês? A interpretação do dicionário é que tempo significa “duração relativa das coisas que cria no ser humano a ideia de presente, passad

19/08/2020 17h23
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Por: Redação
E como já dizia Charlie Brown Jr.: o tempo é rei

Olá caros leitores, já inicio este novo texto os indagando: ultimamente, como vocês estão administrando o tempo de vocês? Aliás, qual é a definição de tempo para vocês? A interpretação do dicionário é que tempo significa “duração relativa das coisas que cria no ser humano a ideia de presente, passado e futuro; período contínuo no qual os eventos se sucedem.” Popularmente ele também é associado a palavras como: dias, horas, anos, segundos, meses, etc.


Independente da interpretação ou representação linguística, o tempo dentro ou fora do esporte é considerado um fio condutor. Na perspectiva esportiva ele é colocado em um pedestal tanto por atletas quanto por comissão técnica pois sim, ele faz diferença. Ele influencia desempenho, habilidades, foco, experiência, aprendizado, motivação, determina a duração de partidas, a duração de carreiras, etc. Sendo assim, tudo que envolve a prática esportiva está diretamente relacionada a ele assim como a rotina de qualquer outra pessoa da nossa sociedade que não é atleta.


Porém, apesar de ser quase um soberano e absoluto nas prioridades esportivas e não esportivas, não significa que ele é usufruído ou até mesmo visto de uma maneira “mais inteligente”. Como assim Bela? Quero dizer que, assim como na nossa vida rotineira muitas vezes não aproveitamos/ administramos muito bem o tempo que possuímos, nos esportes a condução do tempo, na maioria das vezes, também é mal dirigida, tanto por técnicos quanto por atletas.


Isso acontece 99,99999% das vezes pois a nossa sociedade por vezes permanece cega e obstinada em somente exaltar indivíduos que berem o colapso do cansaço, pois esses disponibilizam muito mais tempo do que deveriam em somente obrigações, do que exaltar e incentivar aqueles que buscam/ exercem o equilíbrio entre deveres e prazeres na distribuição de seu tempo pessoal.


Exemplo prático no esporte: um atleta acorda, toma café da manhã, vai pro CT e já começa seus aquecimentos, treinamentos específicos, treinos aplicados, musculação, almoça, treina mais um pouco, repassa estratégias, assiste aos oponentes, faz fisioterapia, retorna para casa, come e pouco tempo depois dorme, para repetir tudo no dia seguinte.


Exemplo prático no dia-a-dia sem ser atleta: a pessoa acorda, toma café da manhã, vai trabalhar, almoça (ou não), volta a trabalhar, retorna para casa, pode ter 1 horinha de lazer, come e dorme, para também repetir tudo no dia seguinte.


É comum escutar que um atleta não tem tempo para perder fazendo terapia ou algum outro hobbie além do esporte. Também é comum ouvir que um genitor não possui tempo disponível para sentar com seu filho e o ajudar com a tarefa de casa ou ensiná-lo algo novo. Ou até mesmo que esse período que estamos vivendo de pandemia na saúde mundial foi um tempo perdido pois as pessoas não aceitam que existam outros tipos de produtividade além do trabalhar e mostrar resultados no fim do dia em uma quadra ou em um escritório.


Vocês conseguem, por meio dos meus exemplos acima, analisar o que eu estava falando a respeito da interpretação da palavra tempo? Claro que não podemos generalizar e eu posso ter exagerado um pouquinho, mas o foco é mostrar que as proporções e ideais de tempo estão desiguais. Para ser mais clara, quero dizer que: calma! Tá tudo bem você tirar um tempo para você, para sua família, para sua saúde, até para aquela preguiçinha que bate às vezes!


Logo, é preciso que esses pensamentos tão lineares de que “Se eu não estou treinando ou ocupada por obrigações pelo menos 10 horas diárias 5 vezes na semana, eu estou perdendo tempo” mude e se tornem em pensamentos mais flexíveis para que o tempo seja visto e experienciado de uma maneira saudável.


Nunca se esqueçam que não o controlamos e nem o possuímos, o tempo é dono de si. Ele passa e coisas acontecem, mas isso não significa que o tempo é sempre o responsável pelos incidentes/ episódios das nossas vidas. O que está ao nosso alcance em relação a ele é tão somente a sua administração, flexibilização e, mais importante, a sua compreensão em nossas vidas de atletas e não atletas. Portanto não deixe que ‘O Tempo’ conduza a sua vida, seja inteligente e dirija a sua própria vida dominando e driblando esse tal de Tempo, pois no final não vale por culpa nele hein!

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